História da GATUSA

Leiam aqui a história desta tradicionalíssima empresa de ônibus da região sul paulistana.http://blogpontodeonibus.files.wordpress.com/2011/03/sp_gatusa-2.jpg?w=669&h=451


Ronnie Von vai a Santo Amaro

http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/files/615/2011/01/20.jpg

 

Ronnie Von era garotão, nascido e vivido no Rio, quando foi convidado para visitar a casa de Nilton Travesso, em São Paulo. Era fácil chegar lá. Bastava pegar um táxi no aeroporto de Congonhas, ir até a avenida Santo Amaro e entrar no segundo farol à direita. A primeira surpresa foi saber que o nome do santo batizava uma estrada, uma rua e uma avenida – havia um bairro, também. Pediu para ir na mais famosa e teve sorte, aquele era o caminho. Procurou o farol e não encontrou nenhum. Ao fim da avenida, ouviu do motorista: “Terminou aqui, onde o senhor quer descer”. Foi quando descobriu que o farol paulistano era o semáforo no Rio.

Esta foi uma das muitas histórias de São Paulo contada pelo cantor, compositor, publicitário e apresentador de Tv Ronnie Von no programa que abriu a série em homenagem aos 457 anos da capital paulista. A entrevista, ao vivo, no CBN SP foi marcada por momentos de emoção, ao menos para este jornalista.

Ouça o Conte Sua História de São Paulo com Ronnie Von

Nesta semana, personagens e personalidades serão convidados do Conte Sua História de São Paulo – 457 anos. Você também pode participar do progama que vai ao ar, tradicionalmente, aos sábados, às 10 e meia da manhã. Envie seu texto ou marque uma entrevista no site do Museu da Pessoa.

 

do blog do Milton Jung


Alckmin deve anular licitação da Linha 5-lilás

Folha de S. Paulo

A decisão tende a inviabilizar a entrega da obra completa até 2014 – último ano do mandato e quando haverá Copa do Mundo no país. A impressão que se tem é que dificilmente a licitação vai poder ser aproveitada. Provavelmente vai ter que se fazer uma nova licitação, declarou Geraldo Alckmin.

A suspeita de fraude foi levantada após a Folha revelar, em outubro passado, que conhecia os vencedores de lotes da licitação com seis meses de antecedência. A denúncia levou à suspensão do processo de contratação das empresas da linha 5 no final do governo Alberto Goldman (PSDB). Há um mês, a Corregedoria do Estado também concluiu suas análises e verificou indícios de conluio entre as vencedoras da licitação.

O prolongamento da linha 5 visa ligar a estação Largo Treze à Chácara Klabin, com 12 km e 11 novas estações. O cronograma da obra – prevista para demorar três anos e oito meses – já era considerado apertado pela equipe de Alckmin para que ficasse pronta até a Copa.

Prazo Apertado

Durante a transição, antes de ser nomeado como novo titular da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes disse que, caso a concorrência fosse cancelada, uma nova levaria no mínimo mais seis meses – devido aos trâmites burocráticos –  e ficaria comprometida a entrega da linha 5-lilás até 2014.

Qualquer meio mês de atraso prejudica, afirmou Fernandes à Folha na época. O engenheiro já havia sido titular da mesma pasta na gestão anterior de Alckmin e foi um dos homens de confiança do tucano durante a campanha e a transição.

Alckmin disse ontem que as empresas que disputaram a licitação da linha 5 – e que negam irregularidades – ainda poderão apresentar recurso antes da decisão do Metrô. Mas disse que a posição inicial foi pela anulação.

A gestão tucana passou a avaliar a possibilidade de fazer uma nova concorrência por meio de PPP (Parceria Público-Privada), semelhante à da linha 4-amarela. A proposta está em estudo.
Nesse caso, alguns técnicos consideram viável (embora com dificuldade) a hipótese de dar incentivos para a iniciativa privada tentar acelerar parte da construção – para que pelo menos algumas estações estejam prontas dentro de quatro anos.

Especialistas, porém, minimizam a relevância da linha 5 especificamente para a Copa – exaltam sua importância para os deslocamentos diários da população.


Terminal Campo Limpo

Na semana do ano novo eu passei pelo Terminal Campo Limpo e aproveitei para tirar umas fotos.

 

 

 

Quando o Terminal foi inaugurado em 2009 muita gente chiou por causa das alterações das linhas que haviam antes por aquele pedaço, mas nada como o tempo para aplacar os ânimos e mostrar que o Terminal é sim bastante útil e deve ser valorizado pela população.

Uma opinião sobre monotrilho

VANESSA SILVA:
Ja experimentei monotrilho em varios lugares do mundo, por onde passa existe valorizacao de imoveis, existe briga pra colocar empreendimentos proximo da estacao, residencias chegam a dobrar ou triplicar de valor, a estrutura e elegante e o monotrilho e silenciosa, quem e contra nao entende, e devia ter vergonha de tentar parar algo que so vai trazer beneficio pros bairros por onde passa e pra cidade como um todo. O monotrilho e uma otima solucao, ja morei em Kuala Lumpur na frente da estacao, so vi beneficio.


Santo Amaro ganha reforma de calçadas e rampas de acessibilidade

Calçadas das avenidas Santo Amaro e João Dias estão sendo revitalizadas em cumprimento a Lei 14.675/2008 – Programa Emergencial de Calçadas (PEC). A Avenida Santo Amaro terá 6.025 m² de passeios reformados, no trecho entre as Avenidas Roque Petroni Junior e João Dias. Já na João Dias, serão mais de 6.560 m² de calçadas novas, no trecho entre a Av. Santo Amaro e a Marginal Pinheiros. Haverá também a revitalização de 167 rampas de acessibilidade e implantação de cerca de 900m² de calçada verde com gramas e arbustos, tornando a área permeável para facilitar a captção de água da chuva. Pessoas com deficiências e mobilidade reduzida poderão trafegar com mais conforto em razão do material de concreto moldado ‘in loco’, o mesmo utilizado na Avenida Paulista, que garante mais segurança a pedestres. A previsão de término das obras é de até quatro meses.

 

Diário de São Paulo


Apresentado projeto Binário Santo Amaro pela SPTrans

GAZETA DE SANTO AMARO

No dia 08/12, a SPTrans apresentou na sede da Distrital Santo Amaro da ACSP o projeto do binário que faz parte da revitalização do centro de Santo Amaro, solicitado desde 2005 pela comunidade e associações de bairro locais. O projeto – que deverá melhorar significativamente a circulação nas grandes avenidas, diminuindo a pressão do trânsito através dos bairros lindeiros – visa promover a interligação entre os Corredores que atendem a região sul da cidade – Guarapiranga, Rio Bonito, Santo Amaro/Nove de Julho/Centro, Itapecerica/ João Dias e Ibirapuera/Vereador José Diniz – e garantir o bom desempenho operacional por meio da integração das linhas dos Corredores no Terminal Santo Amaro.
O Binário Santo Amaro prevê intervenções na Rua Marechal Deodoro, Av. Santo Amaro, Rua Dr. Antonio Bento, Av. Mario Lopes Leão, Rua Barão do Rio Branco, Rua Suzana Rodrigues, Rua Benedito Fernandes, Rua Elias Zogbi, Av. Vitor Manzini, Alameda Santo Amaro e Av. Adolfo Pinheiro.
Também inclui o alargamento e tratamento nos passeios e travessias para melhores condições de circulação de pedestres e veículos em geral; adequações das paradas (instalação de novos abrigos), acessibilidade (rebaixamento de guias, piso tátil alerta e direcional) e iluminação; instalação do sistema de informação ao usuário e RTD (instalação de Painéis de Mensagem Variável); refazimento de pavimentação, micro drenagem, sinalização, regulamentação de carga e descarga e política de estacionamento.
O projeto ainda prevê a desapropriação parcial de 52 imóveis da Rua Barão do Rio Branco para ampliação do número de faixas de rolamento e alargamento de passeios.
Durante a apresentação, foi levantada a questão de que o projeto não contemplou a ligação da Av. Adolfo Pinheiro com a Av. Washington Luiz, através do eixo das Ruas Isabel Schmidt, Carlos Gomes e Borba Gato, considerada essencial pelas associações de bairro para consolidar o anel formado pelas Avenidas Adolfo Pinheiro, Vereador José Diniz, Vicente Rao e Washington Luiz.
O projeto executivo do Binário Santo Amaro foi concluído em fevereiro de 2010. Há uma previsão de implantação para o segundo semestre de 2011.

 

Esse caso da Washignton Luiz é realmente preocupante. Eu passo por essa avenida quase que diariamente e nos finais de tarde o trânsito é simplesmente intragável. Fica-se quase 20 minutos para se atravessar o farol que fica no encontro com a avenida Interlagos. A solução ali, eu não vejo outra a não ser construir um túnel para poder melhor conduzir o fluxo de veículos que transitam por esta importante via do extremo sul paulistano.

Ademais, na Washignton dá para se fazer, fácil, fácil, mais uma faixa em cada sentido pelo menos, do Wal Mart em diante. Há já espaço praticamente livre para isso.


Tradicional linha de ônibus deixa de circular

Uma linha de ônibus bastante tradicional aqui na Zona Sul é a Jardim Maracá – Praça Júlio Prestes (609-m) e segunda informações que recebo através dos amigos sempre muito bem informados da lista “Cidade de SP”, deixará de existir a partir de hoje, dia 11 de dezembro de 2010.

A partir de hoje, 11 de dezembro, a linha  609M/10 “Jd. Maracá – Pça. Júlio Prestes é seccionada ao Terminal João Dias. Assim, a 609M será cancelada e dará lugar a nova linha 7021/10:

7021/10 – Jardim Maracá (via Piraporinha) – Terminal João Dias

Trajeto Básico:

Av. Augusto Cardoso / Jd. Vaz de Lima / Rua Comor A. dos Santos / Estr. do M’Boi Mirim / Rua José Barros Magaldi / Av. Maria Coelho Aguiar / Centro Empresarial / Term. João Dias

Operação: VIP Guarapiranga (7 3)

 

Mais uma alteração que vem de encontro com uma série de outras alterações já feitas nas últimas semanas, sobretudo visando melhorar o sistema de ônibus que circulam pelos corredores exclusivos, a destacar a da Estrada do M’ boi Mirim.


Monotrilho do Morumbi recebe 5 propostas

Informações da Revista Ferroviária e do BOL

Cinco consórcios apresentaram hoje ao governo de São Paulo propostas comerciais e documentos de habilitação para participar da concorrência da futura Linha 17 – Ouro do Metrô de São Paulo, que ligará o Aeroporto de Congonhas ao Estádio do Morumbi por meio de monotrilho. A partir de agora, o Metrô fará a análise das propostas e dos documentos. “Posteriormente, será divulgado o resultado da fase de habilitação e serão abertas as propostas comerciais”, informa o Metrô, em nota oficial à imprensa.

A linha está orçada em R$ 3,17 bilhões e deverá desapropriar 132,3 mil m2 de áreas em bairros como Morumbi, Granja Julieta e Campo Belo, na zona sul da capital paulista. Ela terá cerca de 21,5 quilômetros de extensão, 19 estações e a previsão é que seja entregue em 2013.

Os consórcios são os seguintes: Metropolitano, formado pelas empresas Delta Construções, Trana Construções e Itamin Transportation (Liechtenstein); Monotrilho Integração, das construtoras Andrade Gutierrez, CR Almeida, SCOMI Engineering (Malásia) e MPE; Linha 17-Ouro, das construtoras Norberto Odebrecht, Camargo Correa, Hitachi (Japão), Mitsubishi (Japão) e IESA; Expresso Monotrilho Ouro, das construtoras Queiroz Galvão, OAS, Bombardier Transit Corporation (Canadá) e Bombardier Transportation Brasil; e Gold Monorail Consortium, com as empresas Trends, Constran, Mendes Junior, China National e ChangChun Rail Vehicles (China).

O governo de São Paulo abriu os envelopes com as propostas na manhã de hoje e anunciou que vai recorrer da decisão da 3.ª Vara da Fazenda Pública, que suspendeu, em caráter liminar, a assinatura do contrato e a homologação da licitação do projeto da linha. O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) também recomendaram ao governo que suspenda a concorrência e, à Caixa Econômica Federal (CEF), que vai financiar parte da obra, que interrompa a concessão dos financiamentos já aprovados enquanto não houver projeto básico para a concorrência, requisito previsto na Lei de Licitações (8.666/93).

O governo decidiu manter a sessão de hoje para a abertura dos envelopes com a proposta por entender que a decisão, da juíza Celina Kiyomi Toyoshima, da 3.ª Vara da Fazenda Pública, suspende apenas a assinatura do contrato com o consórcio vencedor, e não todo o processo licitatório. O pedido liminar foi impetrado pela Associação Sociedade dos Amigos de Vila Inah (Saviah), que reúne moradores da região onde passará a Linha 17 – Ouro.

Em junho, o governo aprovou lei que autorizou o Estado a obter financiamentos para a linha. A lei prevê um empréstimo de R$ 1,082 bilhão junto à CEF para a construção da nova linha, além de recursos da prefeitura (R$ 334,5 milhões) e do governo do Estado (R$ 1,5 bilhão). O convênio entre o governo e a prefeitura prevê a busca de parceiros privados para construção da linha.

A Linha 17-Ouro terá 18 km de extensão, com 19 estações: Jabaquara; Hospital Sabóia; Cidade Leonor; Vila Babilônia; Vila Paulista; Jardim Aeroporto; Congonhas; Brooklin Paulista; Vereador José Diniz; Água Espraiada; Vila Cordeiro; Chucri Zaidan; Morumbi; Granja Julieta; Panambi; Paraisópolis; Américo Mourano; Estádio Morumbi; São Paulo-Morumbi. A Linha seguirá o traçado das avenidas Roberto Marinho, Nações Unidas, Perimetral e João Jorge Saad, entre outras.  A previsão é atender cerca de 230 mil pessoas/dia, mas enfrenta resistências entre os moradores da região de classe média alta do bairro paulista do Morumbi.


Suspeita de corrupção faz governo do Estado interromper as obras da Linha lilás do Metrô

Notícia publicada no O Estado de SP

O governador Alberto Goldman (PSDB) determinou ontem suspensão das ordens de serviço dos contratos relativos às obras da linha 5 (lilás) do Metrô de São Paulo, empreendimento orçado em R$ 4 bilhões, por suspeita de fraude na licitação. A ordem impede o início das obras, previsto para 20 de novembro.

Goldman solicitou à Procuradoria-Geral de Justiça investigação quanto à revelação de que os vencedores da concorrência já eram conhecidos antecipadamente. A denúncia foi apresentada pelo jornal Folha de S. Paulo, que registrou em cartório e em vídeo os nomes dos ganhadores, nos dias 20 e 23 de abril.

As providências anunciadas pelo Palácio dos Bandeirantes não foram suficientes para neutralizar o impacto da denúncia, que serviu de munição para a disputa presidencial. Dilma Rousseff, candidata do PT, abordou o caso na propaganda eleitoral na TV e fustigou a candidatura de seu oponente, José Serra (PSDB), governador quando o processo de licitação foi aberto – em outubro de 2008.

Na Assembleia, a bancada petista – 20 parlamentares – enviou representação ao Ministério Público Estadual e ao Ministério Público Federal sob alegação de que a União foi avalista para o governo tucano obter financiamento do Banco Mundial. O PT pede liminarmente a suspensão do negócio, afastamento dos envolvidos, apuração sobre eventual obtenção de vantagem econômica e se houve lesão ao erário e participação dos consórcios vencedores em ilegalidades.

Em ofício ao procurador-geral Fernando Grella Vieira, o secretário Luiz Antonio Marrey (Casa Civil), pediu “cabal apuração dos fatos”. Grella acionou a Promotoria do Patrimônio Público e Social, braço do Ministério Público que investiga improbidade e corrupção. A promotoria poderá abrir inquérito civil ou procedimento preparatório.

As suspeitas recaem sobre a licitação dos lotes 2 a 8 – 20 quilômetros de extensão, do Largo 13 de Maio à Chácara Klabin. O governador determinou que a Corregedoria-Geral da Administração investigue junto à Companhia do Metrô e que a própria empresa apure o caso. Goldman mandou bloquear a emissão de ordens de serviço até conclusão das investigações. O Metrô havia divulgado dia 20 a assinatura dos contratos. As obras deveriam ter início em até 30 dias. A paralisação não atinge o lote 1, em execução.

O Metrô informou que o procedimento envolveu uma primeira licitação, para o lote 2, que foi suspensa uma vez que os valores apresentados pelas construtoras eram superiores ao orçado. O governo avaliou a necessidade de nova concorrência e devolveu às empreiteiras habilitadas os envelopes lacrados com as propostas. O Metrô destaca que não tomou conhecimento do conteúdo das cartas das proponentes. Quando abriu novo processo, o Metrô argumentou necessidade de reformulação dos preços “dentro das condições originais de licitação”.

Onze empreiteiras em consórcios são citadas. A parceria Andrade Gutierrez-Camargo Corrêa informou que soube do resultado da licitação por meio da divulgação do Metrô em sessão pública. As construtoras Carioca e Cetenco não se manifestaram.

O consórcio Metropolitano – Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão -, responsável pelo lote 7, divulgou comunicado em que informa que soube do resultado dia 24 de setembro, quando os ganhadores foram declarados em sessão pública.

O Metropolitano destaca que não recebeu comunicado oficial sobre o cancelamento do processo. Diz que dois trechos, 3 e 7, deveriam ser executados com máquinas tatuzão e apenas dois consórcios estavam qualificados para uso do equipamento.

“Segundo as regras da licitação nenhum consórcio poderia conquistar mais do que um lote. Portanto, a probabilidade de o Metropolitano ficar responsável pelo lote 7 era muito grande, dependendo apenas da proposta de preço, o que também atendeu às expectativas do cliente.”


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